Quando se pensa em musicais, o que vem à mente é a Broadway e os famosos espetáculos americanos. Mas de uns anos para cá, pode-se dizer que o Brasil também entrou no circuito internacional. Um bom exemplo chega a São Paulo no fim deste mês.
O musical “Hairspray” estréia dia 26 de fevereiro, após sete meses de temporada e mais de cem apresentações no Rio de Janeiro. Apesar do sucesso, o diretor Miguel Falabella quer mais. E com um objetivo mais nobre: mostrar às pessoas que no país também é possível realizar produções musicais de qualidade. “Isso deixa o público envaidecido”, afirmou, em entrevista coletiva realizada na capital paulista na quarta-feira (10).
Falabella disse que só é Miguel Falabella porque, quando criança, foi muito à peças de teatro e a musicais. “Eu cresci vendo tudo de Bibi Ferreira, com 9 anos eu já enlouquecia com aquilo”, relembrou.
Da mesma maneira quando realiza projetos como “Hairspray”, Miguel espera conseguir inspirar e incentivar novos artistas, jovens que possam, daqui a alguns anos, escrever seus próprios musicais.
Além do amor pelo gênero, o diretor aponta outro ponto positivo. “Eu amo gerar empregos”, revelou o diretor, que conseguiu reunir cerca de 200 pessoas para “Hairspray”.
Miguel Falabella define “Hairspray” como um “chiclete de frambroesa”. “Não tem como não gostar, não tem como não se encantar com o musical”, explicou.
Para o diretor, apesar de ser uma história sobre excluídos, há também um boa dose de humor. “Eu resolvi acrescentar muito do humor brasileiro, não apenas reproduzi a versão da Broadway”.
Por MSN Notícias
Abraços!

2 comentários:
Miguel traga o musical Hairspray a Portugal(ilhas também!) por favor!! Adoro o trabalho do Miguel Falabella e gostava muito de ver esse musical.
Com certeza ele está inspirando futuros diretores, atores e autores de teatro. Muito sucesso ao elenco na temporada em São Paulo.
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