Semana passada foi ao ar a última edição de “Toma lá, dá cá”. O fim do programa divide opiniões — há aquela parcela do público que faz campanhas contra na internet —, mas Miguel Falabella, criador da história, já partiu para outra e trabalha num novo projeto, “A vida alheia”, também um seriado, mas com outras características (gravações em locações externas, nada de plateia etc).
Quando estreou, o humorístico surpreendeu. Além de reunir uma turma já conhecida e querida do espectador — Miguel, Diogo Vilela, Marisa Orth e Arlete Salles — foi responsável por algumas surpresas.
Uma delas: revelou que Adriana Esteves sabe fazer comédia. Outro ponto alto foi o lançamento de Alessandra Maestrini como a Bozena, um feliz encontro do texto inspirado de Miguel e Maria Carmen Barbosa com o talento e a criatividade da atriz. Fernanda Souza também teve sua chance — e aproveitou — como a Isadora. Stella Miranda divertiu interpretando a D. Álvara e Ítalo Rossi deixou uma lacuna quando decidiu tirar Ladir de cena. O figurino de Sonia Soares era tão bom que funcionou quase como mais um personagem.
Mas o principal, a alma de “Toma lá dá dá”, foi o frasismo de Falabella, sua capacidade de criar situações de identificação imediata, ao mesmo tempo populares e requintadas
Por: Patrícia Kogut
Abraços!

Um comentário:
Concordo 100%.Isso vem corroborar exatamente com o que Miguel já falou n vezes que é a questão de terminar no auge.Terminar antes que alguém diga "Graças a Deus está acabando." Claro que há programas que até deveriam acabar primeiro que o TLDC por já estarem desgastados há muito tempo e ninguém percebe ou finge não perceber.Enfim,melhor mesmo é deixar saudades e um gostinho de quero mais.
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